Cobertura e Negativas de Tratamento

Negativa de Cobertura de Transplante de Fígado

Transplante de fígado dentro das hipóteses de cobertura tem amparo legal e jurisprudência consolidada. A negativa pode ser revertida judicialmente.

Pacientes hepatopatas em estágio avançado precisam, muitas vezes, de transplante hepático com urgência. O processo envolve avaliação multidisciplinar, inclusão em fila e cuidado pós-operatório, tudo sob cobertura obrigatória do plano em casos elegíveis.

O que diz a lei

A Lei 9.656/1998 e o rol da ANS preveem a cobertura de transplantes de órgãos. A Resolução SS-SP 6/2019, embora voltada à fila pública, reforça a centralidade do critério clínico. A jurisprudência reconhece a cobertura obrigatória nas hipóteses de transplante elegível pelo médico assistente.

Quando esta atuação se aplica

  • Negativa de inclusão na avaliação pré-transplante
  • Recusa de cobertura para o ato cirúrgico
  • Negativa de medicamento imunossupressor pós-transplante
  • Atraso na autorização que coloca em risco a vida

Como atuamos

  • Análise do laudo de hepatologia e do parecer da equipe transplantadora
  • Ação com tutela de urgência para autorização do procedimento e do tratamento contínuo
  • Acompanhamento do pós-operatório e da medicação contínua

Base legal e jurisprudencial

  • Lei 9.656/1998
  • Lei 9.434/1997
  • Resolução SS-SP 6/2019
  • Lei 14.454/2022

Perguntas frequentes

  • Em regra, sim, avaliação, inclusão na fila, cirurgia, hospital, equipe e acompanhamento pós-operatório, incluindo medicação imunossupressora.